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Animais de estimação fazem bem à saúde, revela estudo

Os animais domésticos proporcionam apoio social e emocional às pessoas, revelou uma pesquisa da Associação Psicológica dos Estados Unidos

Quem tem animal de estimação tem mais autoestima e se sente menos solitário












O estudo indicou que donos de cachorros, gatos e outros bichos de estimação mantêm uma relação tão estreita com as pessoas próximas como a que têm com seus animais, o que aponta que este tipo de interação não é desenvolvida em função das relações humanas.
Os psicólogos da Universidade de Miami e da Universidade de St Louis realizaram três experimentos que examinaram os possíveis benefícios de se conviver com um mascote.
Segundo o artigo publicado na internet da revista "Journal of Personality and Social Psychology", o estudioso Allen McConnel, da Universidade de Miami, disse que, em termos gerais, essas pessoas "têm mais qualidade de vida e conseguem resolver melhor diferenças individuais do que as que não têm animal de estimação".
Especificamente os donos de mascotes têm mais autoestima e estão em melhores condições físicas, além disso, tendem a ser menos solitários, são mais conscientes do que ocorre a sua volta, são mais extrovertidos, tendem a ser menos receosos e menos preocupados", acrescentou.
Para realizar o artigo, os pesquisadores questionaram 217 pessoas (79% mulheres, idade média - 31 anos, renda familiar de cerca de US$ 77 mil).
"Os estudos revelam provas consideráveis de que os animais de estimação beneficiam a vida de seus donos tanto no âmbito psicológico como no físico, já que representam uma importante fonte de apoio social", concluiu.
Fonte: ig

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Um asilo para animais idosos na Grã-Bretanha tenta recriar o conforto da casa dos antigos donos, com sofás, televisões, cortinas e quadros na parede.

A gerente da Fazenda Trindledown, no condado de Berkshire, Allison Mercer, diz que os bichos mais velhos não lidam tão bem com os tradicionais centros de acolhimento para animais.

- A maioria deles está acostumada com a segurança de uma casa, ficar quentinho no sofá toda noite. Aqui, eles se adaptam mais rapidamente do que em um canil comum.

A fazenda foi o primeiro centro construído especificamente para animais mais velhos e está completando dez anos de existência. O local abriga cerca de 50 animais por ano, entre eles gatos, cachorros, cavalos e bodes.

Segundo Mercer, o abrigo foi criado quando foi identificado um problema: o de que quando pessoas idosas se mudavam para asilos ou morriam, elas deixavam para trás animais idosos.

Hoje, a fazenda conta com a ajuda de voluntários para cuidar dos bichinhos e levantar verbas para o asilo.


Segundo a gerente da fazenda Trindledown, no condado de Berkshire, Allison Mercer, os bichos mais velhos não lidam tão bem com os centros tradicionais de acolhimento para animais

Como a maioria dos animais está acostumada com a segurança de uma casa, ficar quentinho no sofá toda a noite, lá a proposta é reconstituir essa sensação acolhedora. Assim, espera-se que a adaptação seja mais rápida do que em um canil convencional

Este é o primeiro centro construído especialmente para animais mais velhos, e completa nesta semana dez anos de funcionamento

Atualmente, o local recebe 50 animais por ano, entre eles gatos, cachorros, cavalos e bodes

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